Da muda à colheita, no sol direto ou em estufa, com a Linha Scale. A EC sobe com a planta: 1,5 na muda e até 3,0 na frutificação. Para quem tem estrutura com CO₂, opcional de 3,5 a 4,0.

O tomate puxa mais cálcio, magnésio e potássio que as folhosas, e passa meses produzindo. Por isso o programa usa a linha completa.
Nitrato de cálcio e solução nutritiva completa: a base mineral do programa. A dose sobe com a EC de cada fase.
Silício para estrutura de caule e folha e resistência ao calor.
Magnésio biodisponível para manter a folha ativa, mais ainda com luz forte.
Fósforo e potássio, da florada do 1º cacho até o fim da produção, para o enchimento dos frutos.
Opção: CalborMag (cálcio, boro e magnésio), via foliar ou na solução, só em casos específicos: risco de podridão apical (fundo preto no fruto), água de osmose ou demanda alta.
A EC indicada já inclui o Fat Nug (2 ml/L soma cerca de 0,4). As doses de Base A e Base B são por litro, de cada uma.
| Fase | Duração aprox. | EC da solução | Scale Base A e Base B | Fat Nug |
|---|---|---|---|---|
| Propagação e mudassemente, estaquia ou enxertia | 4 a 5 semanas | 1,5 a 2,0 | 1,7 a 2,1 ml/L | – |
| Transplante, pegamento e vegetativoaté a florada do 1º cacho | 3 a 4 semanas | 2,0 a 2,4 | 2,1 a 2,3 ml/L | – |
| Floração e pegamento dos frutosprimeiros cachos | 4 a 6 semanas | 2,4 a 2,8 | 2,1 a 2,3 ml/L | 2 ml/L |
| Frutificação e colheitaprodução plena | até o fim do ciclo | 2,6 a 3,0 | 2,2 a 2,4 ml/L | 2 ml/L |
Em saco ou vaso, a partir da floração a EC fica um pouco acima da hidroponia.
| Fase | Duração aprox. | EC da solução | Scale Base A e Base B | Fat Nug |
|---|---|---|---|---|
| Propagação e mudascubo de lã de rocha ou bandeja | 4 a 5 semanas | 1,5 a 2,0 | 1,7 a 2,1 ml/L | – |
| Transplante, pegamento e vegetativo | 3 a 4 semanas | 2,0 a 2,4 | 2,1 a 2,3 ml/L | – |
| Floração e pegamento dos frutos | 4 a 6 semanas | 2,6 a 3,0 | 2,2 a 2,4 ml/L | 2 ml/L |
| Frutificação e colheita | até o fim do ciclo | 2,8 a 3,2 | 2,3 a 2,6 ml/L | 2 ml/L |
Super Shell (sílica) e Dank Mag (magnésio biodisponível), 2 ml/L cada, entram em todas as fases. Doses calculadas para água de osmose: se a sua água já tem EC, desconte antes de dosar. No calor do verão, trabalhe na parte de baixo de cada faixa. Sem CO₂ enriquecido, não passe de EC 3,2.

A maioria dos plantios no Brasil não usa CO₂, e o programa acima já é completo. Em estufas e salas técnicas preparadas, com CO₂ entre 1.000 e 1.200 ppm e luz alta, o tomateiro aguenta EC mais alta na frutificação, com mais sabor no fruto.
Solução recirculante, com a EC da tabela.
Fibra de coco, lã de rocha ou perlita, em saco ou vaso.
| Mudas, EC 1,8 | 200 ml de A + 200 ml de B, com Super Shell e Dank Mag 200 ml cada |
| Frutificação em hidroponia, EC 2,8 | 230 ml de A + 230 ml de B, com Super Shell, Dank Mag e Fat Nug 200 ml cada |
| Frutificação com CO₂ (opcional), EC 3,8 | 290 ml de A + 290 ml de B, com Super Shell, Dank Mag e Fat Nug 200 ml cada |
Na água com EC, some só a diferença até o alvo. A EC medida manda: as doses são o ponto de partida.
A podridão apical é cálcio que não chegou ao fruto, quase sempre por rega irregular, calor ou umidade fora do ponto. Corrija o clima e a rega; o CalborMag entra como reforço.
Subir a EC na produção concentra açúcar e sabor, e o fruto fica menor. Para tomate grande, fique na parte de baixo da faixa; para cereja e tomate de sabor, na de cima.
Amarelo entre as nervuras nas folhas de baixo é o primeiro sinal de magnésio curto. Confira se o Dank Mag (magnésio biodisponível) está na solução e se o pH está na faixa.
No vegetativo, a planta precisa de solução moderada para formar estrutura. Na frutificação, a demanda sobe, e uma EC mais alta melhora a qualidade do fruto até o ponto em que começa a custar produção. O CO₂ empurra esse ponto para cima.
Em tomate hidropônico pesquisado pela UFV, a solução partiu de EC 1,14 no vegetativo e foi a 2,50 na frutificação, também com mudas de estaquia.
Revisão de pesquisadores do Canadá: EC de 3,5 a 9,0 melhora sabor, açúcares e vitamina C. Em lã de rocha, a média de 3,75 foi a melhor no fim do ciclo.
Com CO₂ entre 450 e 1.200 ppm, a produção do tomate subiu de 7% a 125% nos estudos revisados, e o CO₂ compensou parte da perda causada por solução mais forte.
Depende da fase. No programa Smart Grow, de 1,5 a 2,0 nas mudas, de 2,0 a 2,4 no vegetativo, de 2,4 a 2,8 na floração e de 2,6 a 3,0 na frutificação. Em estruturas com CO₂ enriquecido e luz alta (opcional), de 3,5 a 4,0 na frutificação.
Na florada do 1º cacho, com 2 ml/L, e segue até o fim da produção. Ele soma cerca de 0,4 de EC, já considerado nas tabelas.
Pode. Na frutificação com CO₂, a dose chega a 2,7 a 3,0 ml/L de cada base. O teto do rótulo é 3 ml/L para a Base A e 4 ml/L para a Base B: acima de 3 ml/L, suba só a Base B.
No substrato, a drenagem diária renova a solução na raiz e evita acúmulo de sal. Por isso, da floração em diante, a EC de entrada fica cerca de 0,2 acima da usada no NFT, sempre conferindo a EC da drenagem.
A podridão apical é cálcio que não chegou ao fruto. Mantenha a rega regular, sem deixar o substrato secar, e corrija calor e umidade. O CalborMag, via foliar ou na solução, ajuda nos casos de risco.
Pode. Meça a EC da água e dose só a diferença até o alvo. Com água de EC 0,3 e alvo 2,8, prepare a solução como se o alvo fosse 2,5.
Serve. Tomate-cereja e tomate de sabor podem ficar na parte de cima de cada faixa, para concentrar açúcar e sabor.
Scale Base A e Base B, Super Shell, Dank Mag e Fat Nug para produtores de todos os tamanhos, com suporte técnico da Smart Grow para montar o seu programa.
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