Pimentão verde e colorido, da muda à colheita, no sol direto ou em estufa, com a Linha Scale. Faixas pé no chão para o clima quente e úmido do Brasil: EC de 1,2 na muda até 2,8 na frutificação.

O pimentão passa meses produzindo e puxa cálcio, magnésio e potássio. Ele aguenta menos sal que o tomate, por isso o programa usa a linha completa com EC moderada.
Nitrato de cálcio e solução nutritiva completa: a base mineral do programa. A dose sobe com a EC de cada fase.
Silício para estrutura de caule e folha e resistência ao calor.
Magnésio biodisponível para manter a folha ativa, mais ainda com luz forte.
Fósforo e potássio, da primeira flor até o fim da produção, para o pegamento e o enchimento dos frutos.
Opção: CalborMag (cálcio, boro e magnésio), via foliar ou na solução, só em casos específicos: risco de podridão apical (fundo escuro no fruto), água de osmose ou o ciclo longo do colorido.
A EC indicada já inclui o Fat Nug (2 ml/L soma cerca de 0,4). As doses de Base A e Base B são por litro, de cada uma.
| Fase | Duração aprox. | EC da solução | Scale Base A e Base B | Fat Nug |
|---|---|---|---|---|
| Mudassemeadura em bandeja ou espuma | 4 a 6 semanas | 1,2 a 1,6 | 1,3 a 1,8 ml/L | – |
| Transplante e vegetativoaté a primeira flor (bifurcação) | 3 a 4 semanas | 1,6 a 2,0 | 1,8 a 2,1 ml/L | – |
| Floração e pegamentoprimeiros frutos | 3 a 4 semanas | 2,0 a 2,4 | 1,8 a 2,1 ml/L | 2 ml/L |
| Frutificação e colheitaprodução até o fim | até o fim do ciclo | 2,2 a 2,6 | 2,0 a 2,2 ml/L | 2 ml/L |
Em saco ou vaso, a partir da floração a EC fica um pouco acima da hidroponia.
| Fase | Duração aprox. | EC da solução | Scale Base A e Base B | Fat Nug |
|---|---|---|---|---|
| Mudasbandeja ou cubo de lã de rocha | 4 a 6 semanas | 1,2 a 1,6 | 1,3 a 1,8 ml/L | – |
| Transplante e vegetativo | 3 a 4 semanas | 1,6 a 2,0 | 1,8 a 2,1 ml/L | – |
| Floração e pegamento | 3 a 4 semanas | 2,2 a 2,6 | 2,0 a 2,2 ml/L | 2 ml/L |
| Frutificação e colheita | até o fim do ciclo | 2,4 a 2,8 | 2,1 a 2,3 ml/L | 2 ml/L |
Super Shell (sílica) e Dank Mag (magnésio biodisponível), 2 ml/L cada, entram em todas as fases. Doses calculadas para água de osmose: se a sua água já tem EC, desconte antes de dosar. No calor do verão, trabalhe na parte de baixo de cada faixa. Não passe de EC 2,8.

No calor, a planta bebe mais água do que nutriente e a EC sobe na raiz. Com umidade alta, ela transpira menos e o cálcio chega pior ao fruto. Por isso o programa fica abaixo do limite da pesquisa.
Solução recirculante, com a EC da tabela.
Fibra de coco, lã de rocha ou perlita, em saco ou vaso.
| Mudas, EC 1,4 | 160 ml de A + 160 ml de B, com Super Shell e Dank Mag 200 ml cada |
| Frutificação em hidroponia, EC 2,4 | 210 ml de A + 210 ml de B, com Super Shell, Dank Mag e Fat Nug 200 ml cada |
| Frutificação em substrato, EC 2,6 | 220 ml de A + 220 ml de B, com Super Shell, Dank Mag e Fat Nug 200 ml cada |
Na água com EC, some só a diferença até o alvo. A EC medida manda: as doses são o ponto de partida.
A podridão apical é cálcio que não chegou ao fruto: calor, umidade alta ou rega irregular, e EC alta piora. Corrija clima e rega, fique na parte de baixo da faixa; o CalborMag entra como reforço.
Mancha clara no lado do fruto virado para o sol é queimadura do sol; flor caindo é calor forte e noite quente. Os dois pedem sombreamento e ventilação, não mais dose.
Amarelo entre as nervuras nas folhas de baixo é o primeiro sinal de magnésio curto. Confira se o Dank Mag (magnésio biodisponível) está na solução e se o pH está na faixa.
A pesquisa mostra até onde o pimentão aguenta. O programa fica abaixo desse limite de propósito: no calor e na umidade do Brasil, a EC concentra na raiz e o cálcio chega pior ao fruto.
Em pimentão amarelo pesquisado na UFCG, entre soluções de EC 2,1, 3,1 e 4,1, o maior número de frutos veio com 3,1.
Em pesquisa em Pernambuco, a produção caiu conforme a EC subiu, e o cultivo ficou viável sem perda comercial até EC 3,5.
Na Holanda, em lã de rocha, a produção caiu com EC mais alta e a podridão apical aumentou. O limite das hortaliças de fruto ficou entre EC 2,3 e 3,5.
Depende da fase. No programa Smart Grow, de 1,2 a 1,6 nas mudas, de 1,6 a 2,0 no vegetativo, de 2,0 a 2,4 na floração e de 2,2 a 2,6 na frutificação em NFT. No substrato, da floração em diante, cerca de 0,2 acima, com teto de 2,8.
O pimentão aguenta menos sal, e no calor e na umidade do Brasil a EC concentra na raiz e o cálcio chega pior ao fruto. EC alta aumenta o fundo escuro no fruto.
Na primeira flor, com 2 ml/L, e segue até o fim da produção. Ele soma cerca de 0,4 de EC, já considerado nas tabelas.
A EC e os produtos são os mesmos. O vermelho e o amarelo ficam mais semanas na planta até pegar a cor: mantenha o Fat Nug até o fim e redobre a atenção com o fundo escuro e a queimadura do sol no fruto.
A podridão apical é cálcio que não chegou ao fruto. Mantenha a rega regular, sem deixar o substrato secar, corrija calor e umidade e fique na parte de baixo da faixa. O CalborMag, via foliar ou na solução, ajuda nos casos de risco.
Pode. Meça a EC da água e dose só a diferença até o alvo. Com água de EC 0,3 e alvo 2,4, prepare a solução como se o alvo fosse 2,1.
Quase sempre não: é calor forte de dia, noites quentes ou umidade fora do ponto. Melhore a ventilação e o sombreamento antes de mexer na dose.
Scale Base A e Base B, Super Shell, Dank Mag e Fat Nug para produtores de todos os tamanhos, com suporte técnico da Smart Grow para montar o seu programa.
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